sexta-feira, 25 de março de 2016

{{Curiosidades}} Homossexualismo e Sodomia

O escritor Oscar Wilde e seu amante Lord Alfred "Bosie" Douglas


HOMOSSEXUALISMO
E
SODOMIA




Tema polêmico esse, não?

Este tipo de literatura ainda não faz sucesso no Brasil nem mesmo no gênero contemporâneo, o chamado Gay Romance, mas lá fora é bem difundido com direito a prêmios literários.

Aí, você pergunta, mas tem livro gay de romance de época? SIM!!!

São todos eles eróticos? NÃO. Eles são parecidos com qualquer outro gênero, tem os sem qualquer cena de sexo e os com.


Mas por que esse assunto? Bom, confesso que acabei de ler uma série com esse tema, muito bem escrita, com um enredo fantástico, E isso me levou a pensar, mesmo que os livros que lemos não mencionem isso (a não ser quando é um personagem engraçado e enrustido, ou vilão, ou um melhor amigo) não quer dizer que naquela época não houvesse homossexuais (tanto homens quanto mulheres).


Então, vejamos, na Inglaterra, desde o reinado de Henrique VIII até o da Rainha Vitória, os condenados do chamado "crime abominável" de sodomia (homossexualismo) eram suscetíveis a sofrer a pena de morte (a famosa FORCA) e, na prática, isso muitas vezes aconteceu.


Em 1861 (1889 na Escócia) a pena máxima foi alterada para prisão perpétua. Segundo o Ato de Emenda da Lei Criminal de 1885, havia diferentes enfoques sobre o que era considerado apenas como "atentado ao pudor" e a sodomia em si, levando o infrator às penas entre 2 anos, 10 anos ou prisão perpétua.


De qualquer maneira, naquela época era vergonhoso saber que havia uma homossexual na família e essa informação muitas vezes era utilizada como forma de barganhar favores - quando havia interesses políticos - ou internavam o "doente" num asilo.

Homossexual famoso dessa época? Oscar Wilde, aquele que escreveu O Retrato de Dorian Grey. E quando foi preso pelo crime de homossexualismo, tentou escapar da punição escrevendo uma carta às autoridades alegando "doença mental".

Sobre a série acima mencionada? É esta >> Society of Gentlemen, de K. J. Charles






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